quinta-feira, 2 de maio de 2019

Conto: O Barril de Amontillado - Edgar Allan Poe




Vamos pra mais um conto do Edgar Allan Poe?!
Esse conto é bem curtinho (diferente do A Queda Da Casa De Usher), e deixou de novo aquele gostinhos característico de "quero mais". Como o conto é curtinho, o post também vai precisar ser. Afinal, proibido spoliers. rs
O conto fala de vingança, mas não só da vingança que o narrador (novamente sem nome) queria ter, mas o que faz uma vingança perfeita.

Não devia apenas castigar, mas castigar impunemente. Uma injúria permanece irreparada quando o castigo alcança aquele que se vinga. Permanece, igualmente, sem reparação quando o vingador deixa de fazer com que aquele que o ofendeu compreenda que é ele quem se vinga.

No conto o narrador nos conta, que aguentou todas as injurias de Fortunato, mas quando foi por este insultado, jurou vingança. E ja sabendo o ponto fraco de Fortunado sabia exatamente o que fazer para se vingar, e é do processo dessa vingança que fala o conto.

Eu não consigo dar detalhes sem spoiler, mas o conto é muito bom e me deu inclusive ideias de tatuagens. Rs Poe é bem detalhista como sempre e faz aquele final que só ele sabe fazer.

Leiam esse conto. Não demora nem meia hora

Nemo me impume lacessit
Ninguém me fere impunemente

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